• Thaís M. Stenico

Sobre AJNA

Ajna foi o trabalho mais difícil e prazeroso de toda a minha vida, e hoje quero contar um pouco sobre todo o processo de criação dessa obra que tanto me orgulho.

Tudo começou há mais ou menos uns dez anos atrás, em 2008, quando NX Zero ainda fazia muito sucesso e nós éramos adolescentes histéricas e obcecadas pela beleza e talento daqueles meninos. Eu sonhei com uma história meio maluca, cheia de anjos e deuses estranhos, e contei para a Jessika (minha melhor amiga) que logo me disse, não só para escrever a história, mas também para colocar o nome dos integrantes da banda nos personagens.

Muita loucura, nós sabemos. Mas de fato pensei em levar minha história adiante e, numa pesquisa de leitores em potencial, acabou que todos os meus amigos adoraram a ideia e Ajna nascia – pelo menos no meu subconsciente.

Enfim, escrevi o roteiro todo para abandoná-lo logo depois, mas tenho uma explicação não muito plausível e justificável para isso. As coisas foram acontecendo na minha vida e escrever deixou de ser uma prioridade para mim (acreditem, até hoje não sei onde estive durante esse tempo todo), pois o emprego, a faculdade, os amigos e a família começaram a tomar todo meu tempo livre, as inspirações se dissipavam com o passar do tempo e eu não tinha mais vontade de seguir carreira literária.

Foi somente em 2018, quando eu enfim decidi assumir de vez minha vocação literária e abri, ao lado do Lucas, a Editora Covare, que enxerguei a possibilidade de – finalmente – terminar de escrever Ajna e publicá-lo.

Para não ofender crenças e culturas, achei melhor mudar alguns nomes e criar novas terras e criaturas, com isso nasceram os Supremos e Zettais, assim como o Terceiro Reino..., mas assim tive também mais liberdade para criar e desenvolver esses personagens e lugares sem amarrar com a realidade.

Por fim, Ajna esteve presente em dois momentos que tive como escritora: no início, quando eu ainda acreditava que seria fácil e divertido, e no presente, quando tenho mais experiência e conhecimento, quanto tenho meus pés firmes no chão e minha própria empresa. Espero que Ajna receba carinho e um lugar especial no coração e lembrança dos leitores, pois acredito que todo livro carrega muito de seu autor, e esta obra tem muito de toda minha construção.

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